https://transportes.anpet.org.br/anpet/issue/feedTransportes2026-03-16T15:38:35-03:00Prof. Claudio Barbieri da Cunhacbcunha@usp.brOpen Journal Systems<p><strong>Sobre a Transportes </strong></p> <blockquote> <p><strong>Transportes</strong> (ISSN: 2237-1346) <span style="font-weight: 400;">é o periódico oficial da Associação Nacional de Pesquisa e Ensino em Transportes (ANPET) e publica artigos originais sobre temas relacionados à Engenharia de Transportes, com um rigoroso <a href="https://www.revistatransportes.org.br/anpet/policies#processo" target="_blank" rel="noopener">processo de revisão por pares</a> e <a href="https://www.revistatransportes.org.br/anpet/policies#politica_acesso_aberto" target="_blank" rel="noopener">acesso aberto</a> (veja </span><a href="https://www.revistatransportes.org.br/anpet/policies#missao"><strong>Missão e Escopo</strong></a>).</p> </blockquote> <p><strong>Editor geral</strong> | Conheça a <a href="https://www.revistatransportes.org.br/anpet/sobre#editorial-team"><span style="font-weight: 400;"><strong>Equipe Editorial</strong></span></a> completa</p> <blockquote> <p><strong>Prof. Dr. Claudio Barbieri da Cunha</strong><a href="https://orcid.org/0000-0002-9950-2830"><img src="https://www.revistatransportes.org.br/public/site/images/lepidus/orcid-logo.png" alt="" width="19" height="19" /></a> <br />Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil</p> </blockquote> <p><strong>Informações gerais</strong></p> <blockquote> <p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.revistatransportes.org.br/anpet/policies#politica_acesso_aberto" target="_blank" rel="noopener"><strong>Acesso livre para leitores</strong></a> via <a href="https://www.revistatransportes.org.br/anpet/manuscritos#taxa">taxa de processamento de artigos</a> </span><br /><span style="font-weight: 400;"><strong>24 dias</strong> em média para a primeira decisão editorial (2024)</span><br /><span style="font-weight: 400;"><strong>161 dias</strong> em média para aceitação final (2024)</span><br />Taxa de aceitação: <strong>36%</strong> (2024)</p> </blockquote> <p><strong>Chamadas para artigos</strong></p> <blockquote> <p>Nenhuma chamada de artigos em vigor. </p> </blockquote>https://transportes.anpet.org.br/anpet/article/view/3155Resíduos da indústria de rochas ornamentais em misturas de solos para aplicações geotécnicas: uma revisão de literatura2026-03-10T08:40:58-03:00João Renato Remede Prandinarenatoprandina@gmail.comMárcio Muniz de Fariasmuniz@unb.br<p>A Indústria de Rochas Ornamentais (IRO), um importante setor econômico no Brasil e em outros países, enfrenta desafios significativos para realizar o descarte ambiental dos seus resíduos. A IRO gera anualmente grandes quantidades de Resíduo de Rocha Ornamental (RRO), ainda tratado como inservível. Este estudo investiga a aplicação geotécnica do RRO como um material de construção sustentável, alinhado aos princípios da economia circular. O RRO é um material de granulometria fina, predominantemente siltoso, cujas propriedades mineralógicas e químicas são ditadas pela rocha matriz, como granito ou mármore. Geralmente classificado como um resíduo não perigoso (Classe II-B) pelo sistema de normas brasileiro, o RRO oferece potencial para a estabilização de solos. A incorporação de RRO em solos pode resultar em mudanças significativas em suas propriedades geotécnicas, reduzindo consistentemente os limites de Atterberg e o Índice de Plasticidade (IP), o que melhora de plano sua trabalhabilidade, e aumentando a densidade máxima aparente seca. Embora o efeito nos parâmetros de compactação seja complexo e dependa das proporções da mistura, a resistência mecânica apresenta melhorias regulares para boa parte dos casos. </p>2026-03-10T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 João Renato Remede Prandina, Márcio Muniz de Fariashttps://transportes.anpet.org.br/anpet/article/view/3113Análise dos componentes de degradação do IRI no HDM-4 sob diferentes condições climáticas e estruturais2026-02-23T10:11:54-03:00Diego Rios de Andradediego.rios.andrade@gmail.comCarlos Yukio Suzukicarlos.suzuki@planservi.com.brCarine Molzcarinemolz@hotmail.com<p>A irregularidade longitudinal (IRI) é um dos principais indicadores da condição funcional dos pavimentos e serve como parâmetro para o planejamento de manutenções pelas entidades rodoviárias. A preservação da qualidade da superfície viária está diretamente associada à segurança, ao conforto dos usuários e à redução dos custos operacionais. Assim, prever a evolução do IRI ao longo do tempo permite otimizar a alocação de recursos e o planejamento de intervenções. Este estudo tem como objetivo identificar e quantificar, por meio do modelo <em>Highway Development and Management </em>(HDM-4), a contribuição dos mecanismos de degradação do IRI (ambiental, estrutural, trincamento, afundamento e panelas), considerando variáveis como clima, volume de tráfego, tipo de pavimento, número estrutural e espessura de revestimento. Foram analisadas cinco calibrações específicas, obtidas a partir de dados reais de rodovias, além da calibração padrão do software, em cenários simulados sem manutenção corretiva. Os resultados indicam que a combinação entre altas temperaturas e maiores amplitudes térmicas acelera a degradação ambiental e estrutural, enquanto o aumento do tráfego intensifica os efeitos de trincamento e afundamento. Pavimentos com menor número estrutural e revestimento mais delgado apresentaram evolução mais rápida do IRI, evidenciando a influência conjunta das condições climáticas e estruturais na durabilidade dos pavimentos.</p>2026-02-23T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Diego Rios de Andrade, Carlos Yukio Suzuki, Carine Molzhttps://transportes.anpet.org.br/anpet/article/view/3174Uso de resíduo fresado de pavimento asfáltico para melhoria de solo laterítico argiloso em base de rodovias2026-02-27T16:43:32-03:00Gustavo Antezana Fajardog.antezana@usp.brClara Souza de Oliveiraclarasouzadeoliveira@usp.brRafael Ribeiro Plácidorafael.placido@maua.brTiago de Jesus Souzatiagosouza@ufscar.brFernando Luiz Lavoiefernando.lavoie@usp.br<p>O aumento da produção de resíduo fresado de pavimento asfáltico tem promovido a necessidade de realizar pesquisas sobre seu reaproveitamento na construção de camadas de suporte em obras rodoviárias, visando ganhos ambientais e econômicos. Este trabalho apresenta uma investigação de compósitos formados por solo laterítico argiloso e resíduo fresado de pavimento asfáltico (RFPA) nas proporções de 100/0, 75/25, 50/50 e 25/75 (solo/RFPA, percentual em massa), realizada por meio de ensaio de compactação de Proctor na energia modificada, cisalhamento direto, e módulo de resiliência. A presença do RFPA nos compósitos conferiu melhorias no comportamento mecânico às misturas 75/25 e 50/50, evidenciada por módulos resilientes, coesões e ângulos de atrito maiores. Ademais, os ensaios demonstraram que as amostras com adição de 50% de RFPA fornece melhor equilíbrio entre a rigidez dinâmica e a resistência ao cisalhamento, recomendando-se seu uso em bases de pavimentos.</p>2026-02-27T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Gustavo Antezana Fajardo, Clara Souza de Oliveira, Rafael Ribeiro Plácido, Tiago de Jesus Souza, Fernando Luiz Lavoiehttps://transportes.anpet.org.br/anpet/article/view/3118O OpenStreetMap pode mapear a rede de transporte escolar do Brasil? Uma análise baseada nas rotas rurais e urbanas existentes2026-02-03T09:57:11-03:00Marcos Paulino Roriz Juniormarcosroriz@ufg.brWiller Luciano Carvalhowiller_carvalho@ufg.brDjailson Dantas Medeirosdjailson.medeiros@mdic.gov.br<p>A falta de dados confiáveis é um dos principais desafios no planejamento do sistema de transporte escolar no Brasil, especialmente em áreas rurais. Entre os dados mais críticos está a malha viária, pois serve de base para calcular as distâncias percorridas pelos alunos e a otimização das rotas de ônibus. Nesse contexto, o OpenStreetMap (OSM), plataforma livre, surge como alternativa ao disponibilizar dados viários abertos. No entanto, partes da malha estão ausentes ou desconectadas, principalmente nas regiões rurais. Essas lacunas limitam o uso efetivo do OSM em ferramentas de transporte, já que algoritmos podem falhar ao tentar alcançar determinados locais, especialmente os mais remotos. Para avaliar a completude da rede, este estudo analisou 7.159 rotas de transporte escolar provenientes do Sistema Eletrônico de Gestão do Transporte Escolar brasileiro. Em média, 91,84% do comprimento das rotas está coberto, mas apenas 32% delas estão totalmente representadas no OSM (100% de sua extensão). As lacunas mais frequentes aparecem em rotas aquaviárias, mistas e nos trechos finais, como estradas locais que levam até as residências dos estudantes. Compreender essas limitações é essencial para aprimorar o uso do OSM em ferramentas de transporte e ampliar o acesso à educação para os alunos do transporte escolar.</p>2026-02-03T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Marcos Paulino Roriz Junior, Willer Luciano Carvalho, Djailson Dantas Medeiroshttps://transportes.anpet.org.br/anpet/article/view/3090Desempenho de pavimentos asfálticos: comparação entre previsões MeDiNa, ensaios HVS e dados de tráfego real2026-03-16T15:38:35-03:00Mauricio Silveira dos Santosmauriciosilveira@unipampa.edu.brLuciano Pivoto Spechtluspecht@ufsm.brDeividi da Silva Pereiradsp@ufsm.brLucas Dotto Buenolucas.bueno@ufsm.brMárcio Muniz de Fariasmuniz@unb.brLuiz Guilherme Rodrigues de Melloluiz.mello@dnit.gov.brLorenzo Chaves Pachecolorenzo.chaves@acad.ufsm.brPaula Taiane Pascoalptpascoal@hotmail.com<p>A previsão do desempenho de pavimentos asfálticos é uma tarefa complexa da Engenharia de Pavimentos, exigindo ensaios laboratoriais e bancos de dados de trechos experimentais capazes de captar a parcela empírica do comportamento estrutural. Assim, esta pesquisa avaliou três segmentos experimentais implantados na BR-116, no Rio Grande do Sul, denominados A, B e C, distintos pelo tipo de ligante asfáltico (CAP 50/70, AMP 55/75 e AMP 60/85) e pela espessura do revestimento (5 cm nos segmentos A e B e 14 cm no segmento C). Os segmentos foram solicitados pelo tráfego real e por um simulador do tipo <em>Heavy</em> <em>Vehicle</em> <em>Simulator </em>(HVS). Também foram realizados ensaios laboratoriais para determinação de parâmetros de rigidez e dano, permitindo a aplicação do Método de Dimensionamento Nacional (MeDiNa). A evolução da fadiga em campo foi comparada às curvas obtidas a partir da porcentagem de área trincada simulada no MeDiNa. O Segmento B apresentou melhor compatibilidade entre as metodologias. Nos segmentos A e C observaram-se divergências entre os resultados do HVS, tráfego real e MeDiNa. Assim, não houve compatibilidade global entre as abordagens, indicando a necessidade de aprimoramento do protocolo de utilização do simulador, possivelmente associada às condições climáticas locais e à natureza da solicitação.</p>2026-03-16T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Mauricio Silveira dos Santos, Luciano Pivoto Specht, Deividi da Silva Pereira, Lucas Dotto Bueno, Márcio Muniz de Farias, Luiz Guilherme Rodrigues de Mello, Lorenzo Chaves Pacheco, Paula Taiane Pascoalhttps://transportes.anpet.org.br/anpet/article/view/3207Modelagem de corredores exclusivos para ônibus em microssimuladores com base em perfis de velocidade derivados de GPS2026-03-09T09:11:51-03:00Iran Gonçalves Vieira Netoiran.vieira@det.ufc.brAntônio Claudio Dutra Batistaclaudiobatistata1012@alu.ufc.brNelson de Oliveira Quesado Filhonelson.quesado@det.ufc.brFrancisco Moraes de Oliveira Netooliveiranefm@gmail.com<p>A calibração de modelos de microssimulação para corredores exclusivos de ônibus ainda enfrenta limitações devido à falta de dados reais sobre a variação de velocidades dos veículos. Este estudo propõe um método para estimar perfis espaciais de variação de velocidade com base em dados de sistemas de localização automática de veículos (AVL). Esses perfis foram utilizados para calibrar o modelo de car-following de Gipps no software Aimsun Next. A aplicação em um corredor BRT de Fortaleza revelou que os perfis estimados capturam bem as variações esperadas de velocidade no comportamento dos ônibus ao longo do corredor. Entretanto, a calibração e validação revelaram discrepâncias atribuídas à variabilidade nas operações, especialmente nos volumes e tempos de embarque e desembarque dos passageiros nas paradas, bem como em falhas na coordenação semafórica, o que evidencia a necessidade de ajustes no modelo. O método proposto demonstra o potencial do uso de dados de GPS na calibração de microssimuladores, contribuindo para avanços na modelagem e avaliação de sistemas de transporte público.</p>2026-03-09T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Iran Gonçalves Vieira Neto, Antônio Claudio Dutra Batista, Nelson de Oliveira Quesado Filho, Francisco Moraes de Oliveira Neto